quinta-feira, 15 de março de 2018

Minha Nova Casa - 15/03/2018




Estou fazendo um projeto de uma casinha, "inha" mesmo, tendo em vista que ela terá apenas 25 metros quadrados. tipo a da imagem, só que o banheiro não ficará no mesmo lugar, vai ficar do lado de fora, apenas a porta vai sair para dentro da casa.
Como dá para ver, não terá parede interna. O que divide a sala da cozinha é o sofá. O que divide a sala do quarto é um guarda roupa de oito portas (gigante). Para que a parte de trás do guarda roupa não fique feio (ainda mais que estará virado para a sala), eu colocarei uma placa (ou várias placas) de cortiça, assim poderei colocar coisas atarraxadas na "parede", sem a necessidade de colocar quadros pela casa.
Tem uma coisa importante, eu não terei mais TV no quarto (após anos assistindo à TV unicamente no quarto), agora terei que me acostumar a assistir TV na sala. É até bom, pois assim darei utilidade ao sofá.

O carpinteiro que fará os móveis aéreos veio aqui em casa hoje. Eu havia dado a ele, para aproveitar em um dos armários, dois vidros curvados que eu retirei de uma cristaleira antiga da minha avó, e ele me disse que estava até com medo de mexer nos vidros, pois cada um deles custava cerca de R$ 5.000,00!!!!!! Esse armário vai ficar muito luxuoso!
Os outros móveis que eu encomendei com ele são nichos, para guardar minhas coleções de coisas antigas e personagens de desenho / video Game / filmes.
Conforme eu já vinha falando, vou sempre atualizando vocês sobre essa minha nova empreitada. Ainda está na fase da planta, mas semana que vem virá o cara que vai levantar a obra toda.
Assim que as coisas forem ficando prontas eu postarei com fotinhos.
Por enquanto é só. Até mais!

quarta-feira, 14 de março de 2018

14/03/2018 - Atualização sobre o apê


Olá, pessoas!

Me dei conta de que não falo mais do meu apê desde 2009, portanto, vou atualizar.
Muita coisa mudou. Bem, ele continua pequeno (cinquenta metros quadrados), mas fiz algumas melhorias. No banheiro, aquela cortininha de baleias já não existe mais. Agora é um box de vidro, bem melhor.
Minhas gatinhas já estão grandes. Elas são praticamente as donas do apê, eu só moro aqui.
Tentei, frustradamente, pintar as paredes e o teto. No fim, acabei que só pintei o meu quarto e ficou uma bosta.
Não sei se eu havia comentado a cerca de uma rachadura que persiste, desde o início, no chão e teto da parte que separa a sala da cozinha, pois é, ela ainda existe. Eu descobri, juntamente com a construtora, que a rachadura é necessária. Vai se fuder, né? “A rachadura é necessária!!!!!” aonde que isso existe? Disseram que era devido ao “trabalhar” do prédio. No teto até OK, pois eu coloco um forro e ninguém vê, mas no piso, como faço. Sempre trina o piso, nos mesmos lugares. Da última vez em que eu contratei um cara para trocar o piso, dava pra ver que abaixo do piso, onde tem a rachadura, não tem argamassa, tem silicone. A construtora disse que eu não posso mudar isso. Então o que fazer? Eles não dizem, só que eu não posso mudar. São uns filhos da puta, não?
O que posso dizer com certeza é que enchi o saco do apê. Minha mãe vai fazer uma laje lá na garagem dela e me cedeu a parte de cima para fazer alguma coisa, pensei, por que não? Seriam apenas dois cômodos, o banheiro e o resto. Isso no segundo andar, porque no primeiro existe uma garagem e uma churrasqueira. Tipo um loft, só que não.
Vou atualizar o dia a dia da obra aqui no blog.
Que Deus me ajude!
Até mais!

Zoo do condomínio


Olá, povo!


Hoje eu acordei super cedo e resolvi tomar um chimas no playground do condomínio. De playground mesmo só tem uns balanços, um trepa-trepa e um escorregador, mas o que vale de verdade é o contato com os bichinhos do mini-zoo. Não chega a ser um mini zoo, explico, é que quando construíram meu prédio, havia na entrada uma nascente, portanto foi feito um trato de cooperação para preservação. Um vizinho toma conta do local, que é cercado. Ele aproveita o espaço para cuidar de alguns bichinhos (ovelhas, patos, gansos, vaca, etc...).
Tomar chimarrão com eles é bem reconfortante. As ovelhas comem capim da tua mão e ficam na tua volta até tu ir embora.
O tempo ficou muito quente, conforme o sol foi subindo, então resolvi voltar para casa, mas tomar chimarrão sozinho em casa é um tanto chato, foi aí que eu resolvi abrir o YouTube. Me recordei de um primo-avô meu, lá de Jaguarão/RS, que disse que era bom tomar chimarrão ouvindo chamamé argentino. Chamamé é um ritmo originário de Corrientes/AR. Estou fazendo exatamente isto agora. Bem bom.
Bom, esse foi (está sendo) o meu início de manhã.
Até mais!


terça-feira, 13 de março de 2018

Bebendo água em Porto Alegre



Tempos atrás descobriram que a água daqui da minha querida capital possuía índices bastante elevados de hormônio feminino e cafeína. O DEMAE havia dito à época que não fazia mal. Disse ainda que não há normatização que limite índices das duas substâncias na água, ou seja, se não tem normatização, portanto, pode ter um monte de qualquer uma das duas substâncias que não dá nada!
 Agora o governo daqui de Porto Alegre quer mudar a ciência.
 A Água não deve ser sem gosto, sem cor e sem gosto? Pois é, o DEMAE disse que a cor de barro e o gosto horrível de terra, que está presente na água que sai em nossas torneiras, são normais e não fazem mal.
 Como assim!? Gente! É sério! Até no suco ou no chimarrão, com água fervida, o gosto se faz presente.
 Eu não tenho conhecimento e tão pouco formação para dizer que não faz mal, mas normal não é, né?  Se for normal, deveríamos atualizar a ciência.
 Ah! Faça-me o favor! Normal!
 Desculpem-me o desabafo, mas é que está foda a coisa.
 Até mais!

Minhas Coisas Velhas




Olá, meu povo!

Após mais de dois anos sem postar nada, vou reiniciar mostrando as minhas coisas velhas que tenho em casa. Doença? Nostalgia? Não sei. Só sei que adoro guardar coisas velhas.




Estas são algumas das moedas que eu tenho. Na foto, uma delas é em comemoração ao centenário da República Gaúcha e a outra é uma moeda do Brasil Imperial.



Estas são minhas fichinhas. As das pontas eram do transporte público aqui de Porto Alegre. Uma integral e a outra (rosa) de meia entrada. A do centro é de telefone público de Curitiba.
Orelhão! Alguém lembra? Lembra das filas? Lembra como era difícil falar com alguém naquela época? Tem gente que nunca vai saber como era.




Esta é a foto de um relógio antigo, de ponteiros e à corda. O que é ruim nele é o tic-tac. A mim, que tenho sono leve, me incomoda bastante, mas é bem legal dar corda nele e o despertador então! Não tem como não acordar.


Esta é a minha gaita de boca. Bem boa. Ainda quero aprender a tocá-la.



Estes são meus telefones. O fixo é um Ericson, de disco e o móvel é um Motorola, uns dos primeiros celulares.
Eles ainda funcionam, mas, como são analógicos, somente a OI tem esse 
tipo de linha, o resto é tudo digital.



Estas são minhas lamparinas, uma à vela e outra á óleo. Nunca usei a à óleo, que ganhei de uma ex namorada, a Cris, mas a à vela eu uso sempre que falta luz aqui em casa. Me lembra bastante aquele comercial dos cobertores paraíba, lembram?


Este é meu etiquetador. Muita gente não conhece, mas ele fabrica etiquetas instantâneas. O último grito de tecnologia na prefeitura de Luziânia de Goiás, onde eu trabalhava. Ainda hoje eu o uso para etiquetar gavetas e armários aqui em casa.


Esta é minha máquina de escrever, uma Remington 25, portátil. Minha parceira dos trabalhos de colégio.


Este é americano. É o View Master. Minha primeira experiência de 3d na vida. Ganhei aos meus 12 anos e achava o máximo! Ainda hoje eu vejo, só não encontro nenhum lugar que vende os disquinhos de histórias ou fotos.


Este é o meu primeiro video game. Nunca tive um Atari, pois meu primo tinha um. Este é um video game da Philips. O mais perto de um computador que existia na época.
Ainda tenho vinte jogos desse video game, só não jogo porque o joystic do player 1 está com problema, não vira para a direita. Já levei a vários lugares, mas ninguém arruma.
Uma história engraçada sobre este jogo, eu pequei a garantia e procurei a assistência técnica dele aqui em Porto Alegre, tinha um telefone lá, de sete números, eu coloquei um três na frente e liguei, atendeu em uma residência, expliquei a situação e o rapaz me disse que realmente lá havia sido uma assistência da Philips, que era de seu falecido pai, mas agora era apenas uma residência. Ficamos por um bom tempo conversando e ele me agradeceu por trazer lembranças de seu pai. Tu vê, né? Ás vezes a gente faz uma coisa e acaba fazendo o bem de outra forma. Ficamos amigos, até fui lá conhecer a família dele, depois de tudo.

Gente! Estas são algumas das minhas antiguidades. Tem mais, mas, se der, outro dia, eu vejo se posto mais alguma coisa sobre o tema.
E você? Tem algumas coisas também? Me avisa! Eu adoro ver esse tipo de coisa.
Fiquem bem e até a próxima publicação!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Primeira vez no Proctologista...

 Estava eu, do alto dos meus 38 anos de idade, com um problema. Percebi um sangramento na região anal ao me limpar após "ir aos pés". Como sou alcoólatra, pensei logo em problemas no fígado, mas minha esposa me disse que poderia ser uma hemorroida.
Após muito considerar, marquei um proctologista, e o dia da consulta foi hoje. Tentarei narrar a experiência.

Já na sala de  espera, o suor estava escorrendo pelo meu rosto. O simples fato do doutor me chamar para a consulta já ativava minha síndrome do pânico. Fui forte e segurei a ansiedade até o momento fatal... a chamada.

O doutor me chamou... ele era indiano, não sabia como me sentir quanto a isto, mas atendi e acabei adentrando ao consultório.
Já na sala, ele me inqueriu sobre o problema que me afligia, mas eu não tive coragem de dizer de imediato. Dei voltas, mas acabei tendo que confessar. Foi aí que começou o drama.
Ele solicitou que eu deitasse na maquinha e ficasse em posição fetal para que pudesse me examinar mais "profundamente".

A primeira pergunta dele foi: Você já teve relação anal?
Respondi: Não... esta será a minha primeira vez.
Ele sorriu. Fiquei preocupado. Será que ele daria algum tipo de trote?
Olhei para os dedos dele, reflexo natural, acho eu, para quem será sodomizado pelo dedo. Percebi que ele roía às unhas e fiquei muito preocupado, pois imaginei a sensação das unhas esfiapadas raspando no meu reto, mas fiquei "feliz" quando ele colocou luvas (não muda praticamente em nada, apenas no meu psicológico).

Para não me expor muito e nem me sentir ridículo demais, resumirei a consulta.
Eu não tinha nada de mais, apenas um machucado, próximo ao ânus, que seria curado com uma simples pomada de cicatrização (mas para ele saber disto, levei duas dedadas).
Na primeira dedada, foi tranquilo, tipo, só a cabecinha, mas depois ele disse que iria ver algo mais a fundo.... daí me preocupei. Percebi que a quantidade de KY na luva era tipo o triplo da primeira, portanto me preocupei bastante.
Não lembro de muita coisa... entrei no protocolo de se esconder em um canto da mente e desabstrair-me do universo. Funcionou, mas me senti violado. (viverei com isto).

Ele pediu que eu retornasse daqui a quinze dias para vermos o progresso do problema.
Voltarei? Nem eu sei... mas que um vinhozinho antes cairia bem, cairia.

Dica: Quanto mais lubrificante ele colocar na luva, mais profunda será a experiência!

domingo, 9 de setembro de 2012

Decisão vermelha ou decisão cinza?

 Todos nós temos nossas habilidades, isso é inegável, eu sei entreter, este é meu talento. Profissionalmente trabalho exercendo este ofício, mas por vezes esbarramos em dilemas, facilmente enfrentados, graças ao jogo de cintura que é indispensável a todos os bardos.
 Desde minha tenra juventude, me acostumei a migrar de reino em reino, em busca de conhecimento e, com a idade, emprego. Sempre me nutri das oportunidades que a mim eram apresentadas. Servi a muitos reis, que sempre apreciaram meu trabalho, mas como todos sabem, este ofício é muito complicado, depende de interpretação, se não se faz entender arrisca perder o emprego e até a cabeça.
 O problema de tudo é quando no reino existe algo que te prende a atenção, mais do que o ofício para o qual foste contratado. Chamo esta barreira de Red Queen. Este fenômeno é tudo aquilo que te tira o foco e te faz variar da razão a emoção, um jogo de tênis onde um lado do teu cérebro disputa com o outro.
 Se você recebe uma Red Queen em uma mão de poker, provavelmente irá até o fim da jogada, arriscando suas poucas fichas. Isso é uma coisa inexplicável, por quê isso não acontece com a Black Queen? Psicólogos explicarão e teóricos divagarão, mas o fato é que tenho uma Red Queen que se encaixa perfeitamente na mão que idealizo. Que fazer? Sair? Ou ir ao final da rodada e ver onde vai dar? O custo poderá ser alto, tanto poderá cair em fracasso, mais um, ou em sucesso. Mas o sucesso ainda poderá ter complicações. Um lado do cérebro diz que o óbvio seria ver onde tudo acabará, mas o outro adverte sobre as consequências. Geralmente eu não dou ouvidos ao segundo lado, mas será que ele não está certo neste caso?

 Finalizando, seria bom se as cartas falassem, seria tudo mais fácil. Um bardo vive de jogos e de teatralidade, mas com o tempo as coisas se confundem. O que é viver? Ceder aos impulsos ou ceder ao superego, que te manda ser comedido nas ações. Sempre tentei esganar esta parte do mecanismo de defesa do morador do meu crânio, mas ele é muito teimoso e convincente.
Se perguntado hoje, diria que não me importo com as consequências, mas estaria eu cego pelo brilho vermelho ou realmente estou vislumbrando aquela luz que sempre busquei? Bem difícil é a resposta, mas ainda mais será a escolha que deverei fazer.